domingo, 22 de março de 2009

Arábia Saudita pode superar terrorismo em dois anos, diz governo

19/11/2005

A Arábia Saudita pode superar o terrorismo nos próximos dois anos, mas não tem como garantir o fim absoluto dos ataques realizados por militantes, disse neste sábado o príncipe saudita e vice-primeiro-ministro saudita, Sultan bin Abdul Aziz.

"Podemos eliminar 100% o terrorismo? Não, mas digo que com a vigilância das forças de segurança, dos agentes de inteligência e principalmente do povo saudita podemos acabar com o terrorismo nos próximos dois anos no reino da Arábia Saudita", disse Aziz à rede de TV Al Arabiya. "Mas completamente em todos os seus sentidos? Ninguém no mundo pode prever [a ação de] degenerados."

Membros da Al Qaeda fizeram uma série de ataques na Arábia Saudita nos últimos dois anos para expulsar os estrangeiros do país, e desestabilizar a família real saudita, que apóia os EUA. Em 2003, suicidas atacaram vários prédios estrangeiros e no ano passado, homens armados fizeram uma série de ataques contra alvos ocidentais, incluindo uma ação contra o consulado dos EUA em Jidda (capital administrativa do país).

Forças de segurança sauditas já mataram ou prenderam mais de 20 acusados de ligações com a Al Qaeda. Em junho passado, o governo divulgou uma lista com outros 36 nomes de suspeitos que ainda estão sendo procurados.

Mais de 40 membros das forças de segurança do país e mais de 100 rebeldes já foram mortos em confrontos, segundo o governo saudita.

Redução de preços agrava crise de alimentos, diz ONU

‎09/03/2009‎

GENEBRA (Reuters) - O declínio no preço das commodities tem dificultado os investimentos na agricultura, o que pode agravar a crise mundial de alimentos, disse a alta comissária da ONU para direitos humanos, Navi Pillay, na segunda-feira.

Ela afirmou que, embora os preços de mercado do trigo, do milho e do arroz estejam bem menores do que em 2008, centenas de milhões de pessoas estão sob risco de falta de comida.

"De forma perversa, os preços dos alimentos em queda estão desestimulando o investimento na agricultura. Isso, por sua vez, atrapalha os esforços necessários para aumentar a produção de alimentos", disse Pillay em um debate sobre as consequências da falta de comida para os direitos humanos.

A ex-juíza sul-africana afirmou que os alimentos básicos permanecem inacessíveis para a população mais pobre do planeta, cujas necessidades não deveriam ser ignoradas pela comunidade internacional.

"Os esforços para mitigar a fome e promover e proteger o direito à alimentação ainda não foram traduzidos em ação concreta", afirmou ela. "Claramente, a crise ainda não acabou."

Olivier de Schutter, enviado especial da ONU para o direito à alimentação, disse ao Conselho de Direitos Humanos do organismo que os mercados de commodities permanecerão voláteis nos próximos anos e os governos precisam fazer tudo o que estiver ao seu alcance para garantir que as pessoas tenham o que comer.

CHOQUE DE ALIMENTOS

"Deverão ocorrer choques no futuro, da mesma magnitude. Precisamos estar mais bem preparados para enfrentá-los", disse ele, citando a necessidade de assistência alimentar mais ativa e regras mais justas no comércio agrícola.

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), agência com sede em Roma, disse que mais de 30 países ainda enfrentam uma crise alimentar apesar da queda no preço dos cereais, ocorrida junto com a deflagração da crise econômica global na segunda metade de 2008.

O ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan está entre os principais defensores por mais investimentos para incentivar a produtividade agrícola na África a fim de evitar escassez de alimentos e estimular a economia.

Enquanto muitos diplomatas saudaram o foco do Conselho de Direitos Humanos no acesso aos alimentos como uma preocupação de direitos humanos, alguns grupos não-governamentais disseram que outras questões de peso precisavam de mais atenção do fórum que reúne 47 países.

Peter Splinter, da Anistia Internacional, disse que os governos recebendo assistência alimentar precisam ser responsabilizados para garantir que os suprimentos cheguem aos necessitados, citando como exemplo a recente expulsão de grupos de assistência humanitária do Sudão.

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depois coloco mais...

lembrem-se também de todos os sites de notícias em geral e porque não a wikipedia?

se preparem...

quarta-feira, 4 de março de 2009

Como é calculado o orçamento da ONU?


O orçamento regular das Nações Unidas é aprovado pela Assembléia Geral por um período de dois anos. Ele é inicialmente apresentado pelo Secretário-Geral e examinado pela Comissão Consultiva em Assuntos Administrativos e Orçamentários, composta por 16 peritos, que pode recomendar modificações à Assembléia Geral, antes que esta o aprove. O orçamento aprovado para o biênio 2004-2005 é de 3,16 bilhões de dólares.O orçamento cobre todos os gastos dos programas da ONU em áreas como assuntos políticos, justiça e direito internacional, cooperação internacional para o desenvolvimento, informação pública, direitos humanos e assuntos humanitários.As contribuições dos Estados constituem a principal fonte de recursos do orçamento e são revisadas a cada três anos. Tais contribuções são feitas de acordo corn uma escala de quotas, determinada pela Assembléia Geral. A contribuição de cada Estado é determinada principalmente por sua renda nacional total em relação à dos outros Estados-Membros, levando em consideração diversos fatores, como, por exemplo, o Produto Interno Bruto (PIB) e o rendimento per capita de cada país. A Assembléia fixou que as contribuições podem ser de no máximo 22% e no mínimo 0,01% do total do orçamento.Os 15 maiores contribuintes da ONU e as percentagens de suas contribuições (dados de 2004) são:Estados Unidos - 22%Japão – 19,468%Alemanha – 8,662%Reino Unido - 6,127%França – 6,030%Itália – 4,885%Canadá – 2,813%Espanha – 2,520%China – 2,053%México – 1,883%Coréia do Sul – 1,796%Holanda – 1,690%Austrália – 1,592%Brasil – 1,523%Suíça – 1,197%O orçamento cobre os gastos com atividades nos diversos campos de atuação das Nações Unidas, além das despesas administrativas tanto na sede como nos escritórios espalhados pelo mundo.Os Estados-Membros também realizam pagamentos - com base em uma versão modificada da escala de quotas - para cobrir os custos das Forças de Paz e os gastos dos Tribunais Internacionais.Fundos e programas da ONU, como por exemplo, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados possuem orçamentos próprios e grande parte de seus recursos são provenientes de doações voluntárias dos governos e também de indivíduos, como é o caso do UNICEF.As agências do Sistema também têm seus próprios orçamentos e podem receber contribuições voluntárias dos governos.
Fonte completa: http://www.unicrio.org.br/ONUTextos.php?Texto=onu_15.html